Thursday, September 28, 2006

Estou tentando descobrir por que a gente obedece regras sem contestar.
Enquanto eu não descobrir, não posto mais nada útil nesse blog (hehehe, revolta).
E quando postar aqui virar uma regra, vamos ter que conversar de novo.

Wednesday, September 27, 2006

Hein?!

Hoje no telefone com a Caro lembrei de uma parada chamada valor de verdade.

É assim:

1- O unicórnio bateu a pata no chão.

Essa frase não possui valor de verdade. O unicórnio possui ser, todo mundo que fala português sabe ao que a palavra Unicórnio se refere. Mas não existe no mundo real, não é possível um unicórnio bater a pata, ou fazer qualquer outra coisa fora do território do imaginário.

2 - O Orkut vai ser desativado amanhã.

Essa frase possui valor de verdade, porque ela é uma sentença possível, mas apesar de possuir valor de verdade ela não o é.

3 - Esse blog possui duas colaboradoras, mas só uma posta.

Essa frase possui valor de verdade, ela é possível no mundo real. E ela é verdade.
Uma sentença é verdadeira quando ela corresponde a um fato.

Está pronto o post mais chato deste blog. Pointless, e provavelmente useless, mas se um dia alguém quiser te convencer de algo, você pode tentar desarmar a pessoa com isso, e você pode dar exemplos tão ridículos quanto os que eu dei e desmoralizar a pessoa! =D

A Caro podia postar simplesmente: Eu também posto. Mas já to eu aqui me prevenindo retoricamente e tolhendo a contra argumentação! ; )

Saturday, September 23, 2006

Discussão animada

She believed that "Like a true nature's child we were born, born to be wild. We can climb so high, I never wanna die.". Within the years life left her a little sceptical, and she decided not to take life so seriouly. All she wanted was to "rock and roll all night, and party everyday". Somehow her conscience tought that when "ambitons are low" It is time to let her soul sing. And it sang, and hoped "Won´t you help to sing these songs of fredoom? Cause they´re all I ever had: redemptions songs."

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Uma vez um velhinho jamaicano parou de tocar o tambor, as pessoas se dispersaram, mas umas 10 pessoas ainda ficaram lá ouvindo. Ele virou para menina loira do violino, abriu um mapa temporal, era o plano divino de deus para terra e começou a explicar em um inglês bizarro: O homem tem medo, do desconhecido, do novo. Por isso inventou a casa, o abrigo, tem medo da natureza. Juntou um monte de homem para se proteger, mas a natureza não faz mal, aguentou muito sempre, e o homem tentando conquistar ela, destuiu muito mais do que deveria, queria sempre mais. É por isso que hoje chove, tem onda gigante, a terra treme, morre gente. É a resposta para ganância do homem, o homem se acha superior, mas não é, a natureza resolveu mostrar isso para ele.
E foi assim, que com palavras simples o velhinho falou sobre muitas coisas que eu sentia. Depois ele começou a pregar sobre a religião rastafari, e fomos embora... um dia quem sabe eu perca meu preconceito contra religiões.

Tuesday, September 19, 2006

No Microfísica do Poder, Michel Foucault dá uma esclarecedora e minúscula explicação de Dialética "Lógica da contradição".
O nome deste blog é, Dialética da Pira Transcendental.

Se ninguém me contradiz não funciona, porra.
Manifestem-se.