Esse Kant ainda me mata...
Ahhh, finalmente um novo post! Fundamentado por Kant ainda por cima, veja só. Não é que ele serviu para alguma coisa? O post vai ser bem mais curto do que eu gostaria, porque o filósofo supracitado me toma mais tempo do que eu gostaria. E por obrigação, ainda...
Mas enfim, a felicidade!!! Ahhh, a felicidade!!! Que ética utilitarista que você tem, hein, Amanda? É só esse o objetivo de vida? Ser feliz e satisfazer seus desejos neste mundo? Talvez ler Kant te fizesse bem. "O que permanece estranho aqui é que as gerações passadas parecem cumprir suas penosas tarefas somente em nome das gerações vindouras, preparando para estas um degrau a partir do qual elas possam elevar mais o edifício que a natureza tem como propósito, e que somente as gerações posteriores devam ter a felicidade de habitar a obra que uma longa linhagem de antepassados (certamente, sem esse propósito) edificou, sem mesmo poder participar da felicidade que preparou.", responderia Kant. Sim, a felicidade está sendo preparada ainda, não iremos alcançá-la.
Agora, vou justificar o meu tom um pouco mais ácido com a passagem que mais me motivou até hoje a escrever neste blog, até porque me remete ao início dele: "Agradeçamos, pois, a natureza pela instabilidade, pela vaidade que produz a inveja competitiva, pelo sempre insatisfeito desejo de ter e também dominar! (...) O homem quer a concórdia, mas a natureza sabe o que é melhor para a espécie: ela quer a discórdia!"
Lembrando que chegamos ao fim do ano e a Amanda vai ter mais meio ano para desmoralizar o Wolton perante a minha pessoa. Caso o contrário ocorra, ela pode ir preparando a camiseta "I surrender!" e os aplausos de pé que dará a mim em minha banca.
Bibliografia:
KANT, Immanuel. Idéia de uma história Universal de um ponto de vista Cosmopolita.
OLIVEIRA, Carolina Sartor de. Ensaio Empírico Sobre as Discordâncias Modernas.
Charada final: qual das duas publicações acima é uma farsa?
-----Pensamento final: Nada existe, sua imaginação é que é muito fértil-----
Mas enfim, a felicidade!!! Ahhh, a felicidade!!! Que ética utilitarista que você tem, hein, Amanda? É só esse o objetivo de vida? Ser feliz e satisfazer seus desejos neste mundo? Talvez ler Kant te fizesse bem. "O que permanece estranho aqui é que as gerações passadas parecem cumprir suas penosas tarefas somente em nome das gerações vindouras, preparando para estas um degrau a partir do qual elas possam elevar mais o edifício que a natureza tem como propósito, e que somente as gerações posteriores devam ter a felicidade de habitar a obra que uma longa linhagem de antepassados (certamente, sem esse propósito) edificou, sem mesmo poder participar da felicidade que preparou.", responderia Kant. Sim, a felicidade está sendo preparada ainda, não iremos alcançá-la.
Agora, vou justificar o meu tom um pouco mais ácido com a passagem que mais me motivou até hoje a escrever neste blog, até porque me remete ao início dele: "Agradeçamos, pois, a natureza pela instabilidade, pela vaidade que produz a inveja competitiva, pelo sempre insatisfeito desejo de ter e também dominar! (...) O homem quer a concórdia, mas a natureza sabe o que é melhor para a espécie: ela quer a discórdia!"
Lembrando que chegamos ao fim do ano e a Amanda vai ter mais meio ano para desmoralizar o Wolton perante a minha pessoa. Caso o contrário ocorra, ela pode ir preparando a camiseta "I surrender!" e os aplausos de pé que dará a mim em minha banca.
Bibliografia:
KANT, Immanuel. Idéia de uma história Universal de um ponto de vista Cosmopolita.
OLIVEIRA, Carolina Sartor de. Ensaio Empírico Sobre as Discordâncias Modernas.
Charada final: qual das duas publicações acima é uma farsa?
-----Pensamento final: Nada existe, sua imaginação é que é muito fértil-----

8 Comments:
Minha cara amiga, não vou agradecer a citação relativa a minha pessoas, pois isso é feito todos os dias e de maneira bem mais inteligente. Minhas afirmações, estas
eu fiz, mas desvinculadas do contexto você as dá um outro significado. Lamento muito ver minhas colocações distorcidas na mente insana de uma publicitária; você jamais poderia elevar a máxima moral que utilizou à condição de lei universal, esteja certa disso.
Abraços
Carissimo Kant
Tenho apenas uma observação para lhe fazer: não julgue meu ato como moral ou não, pois a moral para você não faz parte do mundo empírico. Contine com suas abstrações infundadas e você ganhará muito mais.
Ahahahahahhahahahahahahha!
E viva o Big Brother blogstico!
O que seria do conhecimento se ele não pudesse ser aplicado para diversas áreas além daquelas as quais ou autor a propôs!
Mentes publicitárias distorcem! Acrescentam! Revolucionam!
Uma pena que tem gente que prefere o tradicionalismo e a manutenção! _|_
Eu me lembro das aulas de estética, quando o Vinícius citava Kant, bem como os alunos de filosofia. É tudo que lembro.
Nossa... além da Iza, da Cris, do Fagner e do Kenji, quem mais fez essa matéria???
"E o tal de Diderot!"
Ahhh, e as viagens sentimentais do Sterne?
E o mala do texto do Cassirer?
Hahaha
E As Eruditas do Moliére?!?!?!
E o médico e o monstro?
E o meu artigo viagem que ele não aceitou! hauhauhuahuah!
Você me ligando mal por causa da resenha quando eu tava com o Fagner no Café do Teatro!! hahaha
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